Romullo Baratto é arquiteto, doutor em arquitetura pela FAUUSP e Gerente Editorial do ArchDaily Global. Coordenou a equipe editorial da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo em 2017 e atuou como Gerente Editorial do ArchDaily Brasil entre 2019 e 2024, período em que a plataforma conquistou o Prêmio FNA, tornando-se o primeiro veículo de mídia a receber a honraria. Colaborou na edição do livro "Concrete Jungle", publicado pela gestalten, e foi responsável pela curadoria de exposições de arquitetura no Brasil, Chile, Dinamarca e Itália, além de ter realizado palestras e moderações de debates na Espanha, Estados Unidos e Portugal. Sua tese de doutorado, intitulada "Comoções", investiga as paisagens urbanas de São Paulo a partir do cinema. Seu trabalho articula pesquisa acadêmica e prática editorial, comunicando a arquitetura por meio de textos, entrevistas, curadoria e fotografia. Siga no Instagram @romullobf.
O analista GIS e cartógrafo húngaro Robert Szucs compartilhou conosco uma impressionante coleção de mapas que reúne todas as bacias hidrográficas do mundo, destacadas com cores vibrantes. Disponibilizadas no website de seu projeto Grasshopper Geography, as cartografias mostram o mapa mundi dos rios e cursos d'agua e, também, versões menores, com as bacias de alguns países e continentes.
Elisabete França, gestora pública dedicada à implantação de programas de desenvolvimento urbano, habitacionais e de mobilidade urbana, é a oitava convidada do Studio Casa, série de entrevistas realizada pela Casa da Arquitectura - Centro Português de Arquitectura.
Elisabete França tem-se destacado nas últimas décadas pelo trabalho para a promoção e divulgação da arquitetura através da curadoria de diversas exposições nacionais e internacionais, coordenação de congressos e publicações especializadas. Doutora pela FAU Mackenzie, é professora no Curso de Arquitetura da Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP).
Playtime (Jasques Tati, 1967). Via screenshot do filme
Se existe dentre as artes alguma capaz de se aproximar da arquitetura, é o cinema. A habilidade de representar espaços em movimento ao longo do tempo aproxima o cinema da arquitetura de um modo que foge aos limites da pintura, da escultura, da música - considerada por muito tempo a arte mais próxima da nossa - e até mesmo da dança. A questão do espaço é central tanto no cinema quanto na arquitetura e embora lidem com ele de maneiras diferentes, aproximam-se ao proporcionar uma experiência corporal - e não só visual - do ambiente construído.
Fachada do pavilhão de Yolana Lemos. Image Cortesia de Cabana de Arte
Ainda pouco visada pela mídia internacional, a produção arquitetônica contemporânea da Angola enfrenta, à semelhança de boa parte de seus vizinhos africanos, realidades sociais e econômicas que não contribuem com sua difusão. Quando às dificuldades habituais da arquitetura são somadas ainda outras, derivadas de intenso processo de neocolialismo, fica realmente difícil tirar as boas ideias do papel, construí-las de fato. Tensionando a relação entre o concreto e o digital, o grupo angolano Banga recorre ao espaço virtual para dar vida a projetos que mesclam arquitetura, experiências sensoriais e arte.
Desenvolvido pelo Instituto Semeia e pelo Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (UNOPS),Parques para Todas e Todosé uma ferramenta para inspirar a construção de espaços mais diversos a partir da inserção da perspectiva de gênero em parques urbanos em sua implantação ou gestão. Nele podem ser encontradas diretrizes, sugestões e ideias para começar a pensar em parques que considerem as necessidades de todas e todos.
Indivisível é o título da história em quadrinhos elaborada por Marília Marz como Trabalho de Conclusão na Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. O trabalho tem como objetivo identificar e analisar as possibilidades narrativas intrínsecas a elementos arquitetônicos e urbanísticos do bairro da Liberdade, em São Paulo, em dois períodos históricos distintos.
Celso Sim, colaborador artístico do Teatro Oficina, é o sétimo convidado do Studio Casa, série de entrevistas realizada pela Casa da Arquitectura - Centro Português de Arquitectura. Como cineasta, assina a direção/roteiro/montagem do longa-metragem Penetrável Genet de 2018, que deriva da obra realizada para a 10ª Bienal de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo intitulada Penetrável Genet/Experiência Araçá, que ocupou um cemitério na cidade de São Paulo por 40 dias.
Prefeitura de São Paulo abriu nesta semana o edital de licitação para as empresas que tenham interesse em construir oito acessos para pedestres ao Elevado João Goulart, popularmente conhecido como Minhocão, no centro da capital paulista.
No debate promovido pela Escola da Cidade neste semana, Guilherme Wisnik conversa com Nuno Ramos, pintor, desenhista, escultor, escritor, cineasta, cenógrafo e compositor formado em filosofia pela Universidade de São Paulo.
Pesquisadores e entusiastas da fotografia têm agora mais uma grande ferramenta à disposição. Acaba de ser lançada a Base de Dados de Livros de Fotografia (BDLF): uma plataforma de referências bibliográficas exclusivamente dedicada aos livros fotográficos. O projeto foi idealizado pelo fotógrafo e pesquisador Leonardo Wen, e começou a ser executado em 2018, com financiamento do edital Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
O Atelier Marko Brajovic divulgou recentemente o projeto de uma Biblioteca Comunitária Flutuante no lago Mamori, na Floresta Amazônica. Desenvolvido em estreita colaboração com a comunidade local, o projeto pretende se tornar uma referência para a construção sustentável e educação ambiental.
Os números do COVID-19 no Brasil só aumentam, sobrecarregando o sistema de saúde com pacientes diagnosticados com o vírus. Compreensivelmente, também, reduziram-se as idas ao hospital por parte das pessoas que sofrem de outras doenças, que agora têm medo de serem contagiadas com o coronavírus. Para evitar complicações à saúde da população que está com receio de ir ao hospital, os arquitetos do estúdio brasileiro Democratic Architects propuseram o Ônibus de Saúde Imediata (O-SI), um sistema focado em telemedicina.
Marcelo Morettin, sócio do escritório Andrade Morettin Associados, é o sexto convidado do Studio Casa, série de entrevistas realizada pela Casa da Arquitectura - Centro Português de Arquitectura. Formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, Morettin trabalhou nos escritórios de Joaquim Guedes Arquitetos Associados e de Marcelo Fragelli, até formar seu próprio escritório em 1997.
Qual é o arco histórico que descreve o percurso da utopia social-democrata (e urbana) de Brasília até o desmonte neo-escravocrata do pacto democrático nos dias de hoje? Que cidade é essa que vemos hoje, afastada de todas as utopias, e com regimes distintos de vulnerabilidade à pandemia do coronavírus?
Guilherme Wisnik conversa com Raquel Rolnik, arquiteta e urbanista, é professora titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Foi diretora de planejamento da Secretaria Municipal de Planejamento de São Paulo (1989-92), Secretária Nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades (2003-07) entre outras atividades ligadas ao setor público. O Seminário de Cultura e Realidade Contemporânea é organizado pela Escola da Cidade com o apoio do IABsp.
Está no ar o Mapa Corona nas Periferias, uma iniciativa digital do Instituto Marielle Franco e do canal Favela em Pauta. O mapa digital visibiliza iniciativas solidárias de combate ao COVID-19 em espaços de vulnerabilidade social como favelas, comunidades, quilombos ou territórios sertanejos.
O arquiteto Carlos Alberto Maciel é o quinto entrevistado do Studio Casa, série de entrevistas realizada pela Casa da Arquitectura - Centro Português de Arquitectura. Mestre e doutor em Teoria e Prática de Projeto na Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, onde leciona projeto, Maciel é sócio-fundador do Arquitetos Associados, estúdio colaborativo com sede em Belo Horizonte.
Pensar em arquitetura amazônica sem mencionar Severiano Porto é tarefa impossível. O arquiteto mineiro foi um dos responsáveis por lançar luz sobre as potencialidades daquele clima e contexto quando trazidos para a prática de projeto. Mas nem só de Severianos é feita a arquitetura amazônica, e muitos exemplos contemporâneos merecem atenção pelo emprego cuidadoso de materiais, pelo uso engenhoso de técnicas vernaculares ou pela sofisticação alcançada com poucos recursos.
Os amantes de história e geografia ficarão impressionados com os incríveis mapas antigos do banco de dados David Rumsey Map Collection. A página conta com mais de 98 mil mapas e imagens que abrangem um período que vai do século XVI ao XXI e ilustram a América, Europa, Ásia, África, o Pacífico, o globo como um todo e também os corpos celestes.