Romullo Baratto é arquiteto, doutor em arquitetura pela FAUUSP e Gerente Editorial do ArchDaily Global. Coordenou a equipe editorial da 11ª Bienal de Arquitetura de São Paulo em 2017 e atuou como Gerente Editorial do ArchDaily Brasil entre 2019 e 2024, período em que a plataforma conquistou o Prêmio FNA, tornando-se o primeiro veículo de mídia a receber a honraria. Colaborou na edição do livro "Concrete Jungle", publicado pela gestalten, e foi responsável pela curadoria de exposições de arquitetura no Brasil, Chile, Dinamarca e Itália, além de ter realizado palestras e moderações de debates na Espanha, Estados Unidos e Portugal. Sua tese de doutorado, intitulada "Comoções", investiga as paisagens urbanas de São Paulo a partir do cinema. Seu trabalho articula pesquisa acadêmica e prática editorial, comunicando a arquitetura por meio de textos, entrevistas, curadoria e fotografia. Siga no Instagram @romullobf.
O Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento Santa Catarina (IAB-SC) promove a segunda edição do Prêmio Arquitetura Catarinense. As inscrições vão até 28 de fevereiro, e são abertas a profissionais de todo o estado.
Criado em 2011, a premiação tem o objetivo de divulgar os trabalhos de arquitetura de qualidade realizados em Santa Catarina.
O artigo a seguir, originalmente publicado na página Observatório das Metrópoles, trata de um estudo realizado pelo site em 2013 acerca das mudanças sociais, econômicas inerentes às transformações urbanas que aconteceram nas últimas três décadas no Brasil, de 1980 a 2010.
A partir de uma análise política, o Observatório das Metrópoles esboça um cenário das transformações pelas quais passaram os centros urbanos brasileiros, mudanças econômicas, sociais, culturais e espaciais. Siba mais a seguir.
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU/RJ oferece R$ 180 mil no Programa CAU/RJ de Patrocínio Cultural, que vai selecionar projetos de eventos, cursos, publicações, premiações e produções culturais diversas que promovam a Arquitetura e o Urbanismo. A inscrição na primeira fase da seleção pode ser feita a partir de 4 de fevereiro de 2014.
O patrocínio é dividido em cotas, de acordo com a abrangência dos projetos: até R$30 mil para iniciativas de alcance municipal ou estadual; até R$50 mil para ações regionais ou nacionais; e até R$100 mil para as de âmbito internacional. Para participar, os projetos devem ter a data de início compreendida entre 23 de junho e 31 de dezembro de 2014.
Foram divulgados os resultados do concurso nacional de arquitetura que visava requalificar os baixos de Viadutos em Belo Horizonte - MG. Voltado a escritórios de arquitetura e profissionais autônomos, a competição tinha como objetivo melhorar as áreas abaixo de quatro viadutos na capital mineira.
O uso das áreas poderia ser destinado para prática de atividades esportivas, culturais e de lazer, visando requalificar estes espaços culturalmente tidos como residuais.
Veja a seguir os vencedores e o projetos premiados com menção honrosa para cada um dos viadutos:
Uma segunda cidade se encontra abaixo das ruas de Montreal, com lojas e restaurantes. Em Helsinki, seu subsolo foi construído para fins industriais destinado ao armazenamento de petróleo, ao tratamento das águas e a um centro de coleta de dados. Em todo o mundo, cidades como Tóquio, Paris, Amsterdam e muitas outras, estão expandindo suas camadas subterrâneas com a construção de novas linhas de metrô.
Está claro que a cidade subterrânea é um conceito familiar, mas hoje não é tão fácil para as cidades fazerem uma avaliação do potencial que tem seu subsolo. Por isso, muitas cidades desistem antes mesmo de começar a pensar em projetos que possam utilizar suas camadas subterrâneas.
A marca italiana de mobiliário Arper colocou recentemente em produção a Cadeira Bowl de Lina Bo Bardi. O projeto pioneiro da arquiteta ítalo brasileira apresenta uma abordagem mais relaxada do “sentar-se” que era radical para a época em que foi originalmente lançada, em 1951. A reedição da cadeira - apresentada no Salone del Mobile de 2013 – é um testamento da visão da arquiteta.
A Arper trabalhou em parceria com o Instituto Lina Bo e P.M. Bardi para produzir a cadeira, baseando-se no único protótipo original existente e em desenhos de Lina. A marca italiana compartilha da missão da arquiteta de colocar a pessoa no centro dos projetos, e de sua ideia do “homem como o objetivo final da arquitetura.”
Cada vaga foi disputada por 312,55 candidatos. Em segundo lugar, veio o curso de Medicina da Universidade Federal do Acre, com 210,35 candidatos por vaga.
O curso mais concorrido é também inédito entre as instituições federais do Estado de São Paulo. A primeira turma de arquitetura e urbanismo do IFSP vai começar seus estudos no dia 5 de fevereiro no campus da Capital, no bairro do Canindé, na Zona Norte de São Paulo.
Imagem "Frente" . Image Cortesia de Equipe do projeto
Competição
EUROPAN 12
Premio
Menção Especial
Projeto
Linha do Tempo
Localização
Porto Brandão, Portugal
Autores
André Costa, Guilherme Bivar, Marta Pavão e Rafael Costa
Colaboradore
Martin Benavidez
Ano do projeto
2013
Fotografias
Cortesia de Equipe do projeto
Dos autores: Palco de diversas intervenções descontínuas, o Porto Brandão chega aos nossos dias esquecido pelo tempo, mas denso em singularidades que o tornam único no contexto das ocupações do estuário do Tejo.
Este artigo foi escrito por Paula Ramón e Taylor Barnes e publicado originalmente no The New York Times com o título “Brazil’s Latest Clash With Its Urban Youth Takes Place at the Mall”
As imagens foram têm sido tão agressivas às elites brasileiras que a Presidente Dilma Rousseff convocou uma reunião com os principais assessores para elaborar uma resposta, enquanto que os proprietários de alguns shoppings centers obtiveram liminares judiciais para fechar suas portas: milhares de adolescentes e jovens, majoritariamente de periferias urbanas e organizados através de redes sociais, em passeios estridentes por alguns shoppings.
Isso é o que muitos querem pensar. Desculpas? Falta de criatividade? Talvez uma combinação de ambas.
Os meios de transporte não motorizados são componentes importantes das estratégias de mobilidade na cidade moderna, com um grande potencial de impactar a qualidade de vida de seus habitantes e de beneficiar diretamente (exercício físico) e indiretamente (diminuição de poluentes) sua saúde. Isso, sem mencionar a oportunidade de diminuir um pouco o acelerado ritmo de vida urbana, de ter tempo para apreciar a cidade e todas as coisas interessantes que ela tem para oferecer aos seus habitantes.
Este artigo foi escrito por Alexandre Versignassi, redator-chefe da revista Superinteressante, e publicado originalmente na página da super.abril.
A bolha mais violenta de todos os tempos foi a do Japão. Entre 1985 e 1991 os preços dos imóveis subiram 180%, em média, nas maiores cidades de lá. Quase uma triplicada em seis anos. Mas agora já era. Deixamos os japoneses para trás: em São Paulo, foram precisamente 181% de aumento, em seis anos também – de 2008 para cá. No Rio, 225%. Chupa, Japão.
Grandes eventos esportivos implicam em grandes investimentos públicos, e foi pensando nisso que Estocolmo, capital sueca, optou por não sediar os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022.
A decisão foi tomada através de uma votação entre partidos políticos e teve, inclusive, o apoio do prefeito, que não via necessidade da cidade se candidatar à disputa para receber o evento.
O argumento: a cidade tem prioridades mais importantes e o dinheiro público dos contribuintes deve antes ser usado para fins mais democráticos e urgentes. Não se pode negar que se trata de uma argumento bastante convincente e que deveria ser considerado por outras cidades que visam sediar tais eventos.
“Nós estivemos onde vocês estão”. Essa frase, dita por um dos entrevistados no documentário feito pelo Streetfilms, revela que Amsterdam também teve um período em que os automóveis eram sinônimos de progresso e podiam ser vistos por toda a cidade.
Nos anos 60, o número de acidentes de trânsito na capital holandesa aumentou consideravelmente; isso desencadeou, na década seguinte, uma proposta por parte dos habitantes que visava mudar essa realidade através da rejeição do automóvel e da construção de uma cultura ciclista.
Gustavo Costa, Federico Florena, Antonello de Leo, Danilo Fontes, Larissa Sudbrack, Matheus Mendes, Rafaella Brasileiro
Ano do projeto
2014
Fotografias
Cortesia de ATRIA+TiarStudio
Dos arquitetos: O projeto para o edifício destinado ao Pavilhão do Brasil para a Expo 2015 revelou-se à nossa equipe como um desafio de duas nobres facetas – a retomada da participação de nosso país em evento internacional de tamanha envergadura e a compreensão de que o objeto deste concurso é um daqueles poucos e raros momentos históricos em que a arquitetura pode exercer de forma tão pujante o seu papel humanista, impulsionando a sociedade através de novas ideias e conceitos.
Está disponível o primeiro fascículo da coleção "O Lugar dos Ricos e dos Pobres no Cinema e na Arquitectura em Portugal". Ao longo de 2014, com uma regularidade mensal, a editora Dafne vai disponibilizar gratuitamente na sua página os PDF's com os textos de um livro que deverá ser publicado em maio.
O ciclo de cinema homônimo foi organizado pelo Núcleo de Cinema da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa, onde aconteceu durante seis meses, entre Outubro de 2007 e Março de 2008. À projeção dos filmes seguiu-se uma conversa, na maior parte dos casos entre o diretor do filme e um arquiteto convidado e, quase sempre, moderada por José Neves, coordenador do Núcleo, e João Bénard da Costa (1935-2009), então diretor da Cinemateca. Os 12 fascículos desta coleção transcrevem essas conversas.
Primeiro Lugar - Studio Arthur Casas. Image Cortesia de IAB
Foram divulgados hoje, 27 de janeiro, os resultados do Concurso Público Nacional de Arquitetura de Expografia para o Pavilhão do Brasil na EXPO MILÃO 2015.
Através dos projetos de estudo preliminar, a comissão julgadora, formada por Agnaldo Farias, Glauco Campello, Júlia Rebouças, Jurema Machado, Ruben Otero, Manoel Balbino, Rossana Del Pino, selecionou três primeiros colocados e quatro menções honrosas.
Veja a seguir os três primeiros lugares no concurso:
O muralista chileno de destaque INTI não só deixou sua arte nas ruas de Santiago e Valparaíso, mas também os estampou em edifícios de vários países latino-americanos, europeus e do Oriente Médio, o que o consagrou como um dos mais destacados muralistas contemporâneos.
Em dezembro de 2013, executou dois enormes murais na saída do metrô Bellas Artes como parte da segunda edição do festival de intervenções urbanas, Hecho en Casa, realizado em nove municípios de Santiago.