
Este artigo serve como uma breve introdução a uma forma de pensar que presumo ser estrangeira e nova para a maior parte do público leitor. Baseia-se em observações que fiz nos últimos cinco anos como parte de minha pesquisa de doutorado sobre a comparação entre duas tradições de representação arquitetônica, a chinesa e a europeia, sob a orientação do Prof. Li Xiaodong na Universidade Tsinghua, em Pequim. Dessa forma, este artigo não tem a pretensão, nem a extensão adequada, de transmitir plenamente a complexidade das representações do espaço arquitetônico nos desenhos chineses, devendo ser visto como uma primeira tentativa de comunicar algumas dessas ideias a um público mais amplo.

