
Nesta quarta e última de suas crônicas nova-iorquinas, Kosme de Barañano, do Coletivo ARKRIT, nos propõe uma dupla questão: por um lado, um novo “tipo” arquitetônico que surgiu em um nicho “ecológico” extraordinariamente limitado — o arranha-céu ultraesbelto destinado a residências de luxo no entorno do Central Park — e, por outro, a construção de “instalações” nas quais alguns/as arquitetos/as experimentam em um novo campo em que a arquitetura compartilha território com a escultura.



