Diego Hernández

Estrategista criativo do ArchDaily e co-diretor do prêmio Building of the Year.

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Por que é importante que os/as arquitetos/as façam as coisas se moverem

Todos os edifícios se movem — naturalmente, alguns mais do que outros. Há uma série de considerações projetuais que profissionais de arquitetura levam em conta para permitir, ou até mesmo promover, o movimento em quase todas as edificações. Contudo, há profissionais que recorrem à sua formação multidisciplinar e à sua capacidade de resolver problemas para conceber soluções que literalmente percorrem o mundo. Seja na forma de minicasas sobre rodas, instituições de ensino em trens ou programas de design instalados em caminhões, às vezes as edificações e a própria arquitetura precisam se deslocar até o público que atendem ou para outros ambientes. Este vídeo apresenta alguns exemplos desse espectro, a começar pela maneira como profissionais de arquitetura costumam lidar com o movimento em estruturas e fundações, passando pelo projeto Potteries Thinkbelt, de Cedric Price, e chegando ao Chicago Mobile Makers, uma oficina maker itinerante para crianças fundada por Maya Bird Murphy.

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Como a arquitetura e a moda se inspiram mutuamente

Arquitetura e moda parecem uma combinação improvável. No entanto, em mais de um aspecto, elas são feitas do mesmo tecido. Antigas tribos nômades viviam em abrigos de tecido e peles de animais — os mesmíssimos materiais usados em suas vestimentas. Dessa forma, roupas e abrigos eram confeccionados pelas mesmas mãos artesãs. Com o tempo, à medida que nossas construções supriram as necessidades básicas de proteção do corpo humano, esses ofícios se elevaram a formas de arte distintas. Hoje, designers como Virgil Abloh, com formação em arquitetura, costuram esses dois campos de volta em desfiles que fazem referência a projetos de Mies van der Rohe, ou em jaquetas adornadas com edifícios tridimensionais acolchoados. Os espaços comerciais de moda também aproximam o espaço e o vestuário, frequentemente de maneira meticulosa e instigante. Este vídeo analisa a história da relação entre arquitetura e moda e visita uma loja em Chicago chamada Notre, com projeto de Norman Kelley.

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A Arquitetura do Resgate

Edifícios são como corpos com órgãos. Nessas circunstâncias, com um pouco de esforço extra, as edificações podem ser desmontadas em vez de demolidas. O desmonte envolve a remoção cuidadosa de componentes reaproveitáveis, seu armazenamento e a busca por um novo destino para eles. Embora essa solução nem sempre seja possível, ela pode fazer parte de um esforço sustentável que — além de evitar que os materiais parem em aterros sanitários — preserva a história e a memória incorporadas em materiais e fragmentos únicos. Também honra o trabalho humano investido em nosso ambiente. Este vídeo explora o reuso de materiais de construção e o que significa estar cercado por fragmentos carregados de história. O conteúdo também traça o perfil de instituições dedicadas ao desmonte e à distribuição de materiais de construção, bem como de práticas artísticas que reconfiguram nosso ambiente construído existente, incluindo Noah Purifoy e Catie Newell, do Alibi Studio. 

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Como os/as arquitetos/as projetam para uma vida menos solitária

Dados demonstram que o número de pessoas que moram sozinhas cresceu significativamente; no entanto, surpreendentemente, a vida solitária não corresponde de forma direta ao aumento no sentimento de solidão. Há séculos, a arquitetura vem evoluindo em direção à ampliação da privacidade e do espaço privado. Este vídeo analisa projetos arquitetônicos que buscam reverter essa tendência ao conceber cenários de moradia que incorporam mais oportunidades de interação pública. Entre eles, destaca-se o projeto City Hyde Park, do Studio Gang, em Chicago, com suas varandas anguladas. Contudo, o vídeo vai além, investigando exemplos que repensam radicalmente a arquitetura residencial, sua construção, seu desenho e a integração do espaço público.  

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Reuso adaptativo: do porco às plantas (e medicamentos)

O reuso adaptativo é um aspecto fundamental para garantir uma existência sustentável. Os edifícios concentram uma enorme quantidade de energia incorporada, de modo que, quanto mais pudermos adaptá-los e reaproveitá-los, melhor. Além disso, eles funcionam como repositórios de memórias e histórias coletivas que, à medida que os modificamos, se sobrepõem em camadas de maneiras novas e interessantes. Este vídeo investiga o tema por meio do estudo de caso do “The Plant”, uma incubadora de alimentos em Chicago instalada em uma antiga fábrica de processamento de carne suína. A localização e a infraestrutura existente do edifício fizeram dele o candidato ideal para essa nova finalidade. Nesse sentido, John Edel, fundador do The Plant, empenhou-se em evidenciar a história do edifício e honrar seu patrimônio ao longo de todo o processo de adaptação.

Conheça os vencedores do Architecture Drawing Prize de 2021

O Architecture Drawing Prize está celebrando sua quinta edição e continua atraindo artistas, arquitetos e alunos do mundo todo. Neste ano de 2021, o número e a qualidade dos trabalhos inscritos superaram qualquer expectativa. Organizado em três diferentes categorias, desenhos manuais, técnicas mistas e digitais, o prêmio deste ano na verdade é um ode aos trabalhos de alunos, os quais consagraram-se vencedores nas três principais categorias do Architecture Drawing Prize deste ano.

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Acompanhando um/a arquiteto/a de Chicago por um dia

Este vídeo acompanha um dia de trabalho de Hiba Bhatty, arquiteta na Valerio Dewalt Train em Chicago. As atividades diárias de um/a arquiteto/a podem, por vezes, parecer misteriosas. Isso se deve, provavelmente, ao fato de que nenhum dia é realmente “típico”. O desenvolvimento de projetos passa por diversas etapas, cada uma com responsabilidades bastante distintas.

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O viés oculto da preservação arquitetônica

Como decidimos quais edifícios valem a pena ser preservados e quais não, considerando a relevância de seu projeto arquitetônico? Este vídeo conta a história do Portland Building, de Michael Graves, uma obra com uma história tumultuada que acabou sendo salva da demolição quando a cidade arrecadou quase US$ 200 milhões para reformar a estrutura envelhecida. Esse processo foi impulsionado, em parte, pela inclusão do edifício na lista de Lugares Históricos Nacionais (National Historic Places). No entanto, essa é apenas parte da história. O que significa ser considerado um Lugar Histórico ou um Marco devido ao seu projeto arquitetônico? Será que essa distinção de fato ajuda a salvá-lo de uma demolição precoce? As respostas a essas perguntas podem surpreender.

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Por que os/as arquitetos/as insistem em usar coberturas planas?

O público geral que não atua na área da arquitetura — e até mesmo alguns arquitetos e arquitetas — costuma acreditar que as coberturas inclinadas são inerentemente superiores às planas. Essa perspectiva baseia-se na ideia de que os telhados inclinados demonstram uma sensibilidade do tipo “a forma segue a função”, valendo-se da geometria e da gravidade para escoar facilmente a água da chuva e a neve. Em contrapartida, supõe-se que as coberturas planas sejam mais propensas a infiltrações. Embora esse argumento pareça convincente, este vídeo desconstrói o debate ao analisar detalhadamente alguns aspectos que podem mudar essa percepção. Entre eles, o motivo original que levou Louis Sullivan a cunhar a famosa frase “a forma sempre segue a função”, a capacidade das coberturas planas de proporcionar espaços públicos ao ar livre, a viabilidade de tetos verdes, a simplicidade estrutural e a resistência às forças do vento. Além disso, há um forte argumento funcional e formal que explica por que uma cobertura plana pode ser uma escolha mais prudente e racional do que uma inclinação acentuada, mesmo em regiões com forte incidência de neve, como Chicago.

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Como Kwon von Glinow projetou seu próprio espaço de morar e trabalhar

Winston Churchill disse certa vez: "Nós moldamos nossos edifícios; depois, eles nos moldam." Essa frase parece ter sido escrita especificamente para o escritório de arquitetura Kwong von Glinow. Alison von Glinow e Lap Chi Kwong são casados e sócios no escritório. Nos últimos anos, eles projetaram e construíram seu próprio espaço de moradia e trabalho em Edgewater, um bairro na zona norte de Chicago. Uma maquete da residência ocupou a sala de jantar do casal por meses enquanto concebiam o projeto, recebendo alterações diárias até que a obra fosse concluída e eles pudessem se mudar. Eles moldaram o projeto; agora, o projeto os molda. Neste vídeo, o escritório Kwong von Glinow nos conduz por este edifício — batizado de Ardmore House — e explica como o projetaram, como é viver nele e de que maneira a experiência tem influenciado seu trabalho desde então.

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Architects, not Architecture: Toyo Ito

No dia 17 de novembro de 2021, como parte da segunda temporada do Virtual World Tour, a iniciativa Architects, not Architecture teve a honra de receber como convidado o vencedor do Prêmio Pritzker de 2013, Toyo Ito.

Embora suas obras sejam amplamente conhecidas, o quanto sabemos sobre sua biografia e sobre as vicissitudes que o moldaram?

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A simples ideia arquitetônica que dominou Chicago

Em Chicago, torres pretas ou prateadas projetadas por Mies van der Rohe espalham-se pela cidade de norte a sul. Todas surgiram em um período de tempo relativamente curto e constituem — em conjunto com algumas homenagens fiéis — o que se chama de Segunda Escola de Arquitetura de Chicago. Essa cronologia faz parecer que as estratégias de Mies surgiram do nada e que nasceram já totalmente desenvolvidas. Este vídeo analisa como essas estratégias de torres evoluíram de projetos menores para outros de maior escala, dedicando atenção especial ao seu corte. Enquanto as plantas livres prometem fluidez máxima, em corte, os edifícios de Mies apresentam uma ideia inteiramente diferente. Nesse sentido, a diferença e a discrição dominam, e a simetria impera. Tudo isso a serviço de desenvolver uma conexão íntima entre o/a ocupante e o horizonte distante.

Anúncio dos Vencedores do The Architecture Drawing Prize 2021

Os vencedores das categorias do The Architecture Drawing Prize 2021 serão anunciados online na terça-feira, 30 de novembro, a partir das 17:00 GMT. O anúncio será transmitido como parte do World Architecture Festival e exibido ao vivo na página do Facebook do ArchDaily.

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Por que os/as arquitetos/as insistem em usar coberturas planas?

É uma crença comum entre o público leigo (e até mesmo entre alguns/as arquitetos/as) que os telhados de duas águas são inerentemente superiores aos planos. O argumento geralmente é de que a cobertura em duas águas demonstra uma sensibilidade de “a forma segue a função”, escoando facilmente a água e a neve por meio da geometria e da gravidade. Sendo assim, os telhados planos seriam propensos a infiltrações. Embora isso seja verdade, este vídeo desmistifica o assunto ao analisar mais detalhadamente alguns pontos que podem fazer você mudar de ideia. Isso inclui o motivo original de Louis Sullivan para escrever a frase “a forma sempre segue a função”, bem como a capacidade das coberturas planas de oferecer espaços públicos ao ar livre, receber telhados verdes, proporcionar simplicidade estrutural e apresentar melhor comportamento em relação ao vento, entre muitos outros fatores. Há também outra razão funcional e formal concorrente pela qual uma cobertura com pouca inclinação pode ser mais prudente do que uma inclinação mais acentuada, mesmo em áreas com ocorrência de neve, como Chicago.

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Conferência Online Build for Life da Velux: Luz Natural na Arquitetura Américas

Como parte da conferência online Build for Life da Velux, o ArchDaily sediará as sessões de Luz Natural na Arquitetura. Hoje, Cristian Izquierdo Lehmann, José Fernando da Natura Futura e Rick Joy discutirão como potencializar as edificações para beneficiar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida.

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Conferência Online Build for Life da Velux: Luz Natural na Arquitetura - Ásia

Áudio disponível

Como parte da conferência online Build for Life, da Velux, o ArchDaily sediará as Sessões Daylight in Architecture. Hoje, Li Hu, Sun Yimin, Song Yehao, Ye Qing e Joerg Lonkwitz discutirão como potencializar as edificações para beneficiar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida.

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Conferência Online Build for Life da Velux: Luz Natural na Arquitetura

Como parte da conferência online Build for Life da Velux, o ArchDaily sediará as sessões Daylight in Architecture. Hoje, Chris Precht, Sanne van der Burgh e Louis Becker discutirão como potencializar os edifícios para beneficiar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida.

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Por dentro do minucioso mundo da construção em miniatura

Por dentro do minucioso mundo da construção em miniatura - Imagem de Destaque
Cortesia de Stewart Hicks

Este vídeo nos leva aos bastidores de um ateliê profissional de maquetaria em Chicago chamado Presentation Studios International (PSI). O local produz maquetes para diversos tipos de clientes, mas principalmente para incorporadoras e profissionais de arquitetura. O designer de arquitetura e ex-funcionário Robert Becker nos guia em uma visita pelo espaço, ajudando-nos a compreender como a conceituação de maquetes nesse ambiente difere daquela de um escritório de arquitetura ou do meio acadêmico. Ali, elas são quase estritamente edifícios em miniatura, cujo papel é retratar fielmente o projeto e servir como uma ferramenta persuasiva para atrair investimentos. Em seguida, conversamos com Martin Chadwick, maquetista de longa data, que detalha o processo de criação de edifícios e paisagens em miniatura de alta qualidade.