Cristina Mateo

Reitora Associada da Escola de Arquitetura e Design do IE

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR
↓
Acesso exclusivo

Como arquitetos/as e designers desempenham um papel de liderança na criação de ambientes imersivos?

No último ano, tenho conversado com arquitetos/as e designers envolvidos na criação de ambientes imersivos. O fato de considerarem natural liderar o desenvolvimento desses ambientes serve de lembrete sobre o potencial que esses/as profissionais têm para assumir esse papel.

Embora isso pareça óbvio, a maior parte do meta-espaço tem sido projetada por desenvolvedores/as e designers gráficos. Esse cenário, portanto, deve servir de alerta para que arquitetos/as se envolvam, uma vez que possuem habilidades perfeitamente adequadas para isso.

Resta saber se o metaverso poderá ser utilizado como uma narrativa capaz de transformar o papel de arquitetos/as, mas o ano de 2023 pode marcar o início dessa mudança.

Como arquitetos/as e designers desempenham um papel de liderança na criação de ambientes imersivos? - Imagen 1 de 4Como arquitetos/as e designers desempenham um papel de liderança na criação de ambientes imersivos? - Imagen 2 de 4Como arquitetos/as e designers desempenham um papel de liderança na criação de ambientes imersivos? - Imagem de DestaqueComo arquitetos/as e designers desempenham um papel de liderança na criação de ambientes imersivos? - Imagem de DestaqueComo arquitetos/as e designers desempenham um papel de liderança na criação de ambientes imersivos? - Mais Imagens

Acesso exclusivo

Arquitetos/as e designers devem assumir a liderança na criação de ambientes imersivos

No último ano, tenho conversado com profissionais de arquitetura e design envolvidos na criação de ambientes imersivos. Esses/as profissionais se veem como naturalmente responsáveis por liderar a construção desses espaços, o que serve como um lembrete do potencial da categoria para assumir esse papel. 

Por mais óbvio que pareça, o metaverso tem sido projetado majoritariamente por desenvolvedores/as e designers gráficos. Diante disso, esse cenário deve servir como um alerta para que profissionais de arquitetura se envolvam, uma vez que possuem habilidades particularmente aptas para essa tarefa.

Se o metaverso poderá ser utilizado como uma narrativa para reivindicar uma mudança no papel de arquitetos e arquitetas ainda resta saber, mas 2023 pode ser o ano para isso.

Arquitetos/as e designers devem assumir a liderança na criação de ambientes imersivos - 1 的图像 4Arquitetos/as e designers devem assumir a liderança na criação de ambientes imersivos - 2 的图像 4Arquitetos/as e designers devem assumir a liderança na criação de ambientes imersivos - Imagem de DestaqueArquitetos/as e designers devem assumir a liderança na criação de ambientes imersivos - 3 的图像 4Arquitetos/as e designers devem assumir a liderança na criação de ambientes imersivos - Mais Imagens

Cidades invisíveis: repensando a crise dos refugiados através da arquitetura

Quando digo Katuma, Hagadera, Dagahaley, Zaatari ou Ifo o que é os vem à mente? Estes nomes singulares e originais poderiam facilmente ser algumas das 55 cidades invisíveis de Ítalo Calvino não é mesmo?

No entanto, estas cinco cidades não são estruturas invisíveis, inventadas ou fruto da fantasia de um poeta. Katuma, Hagadera, Dagahaley, Zaatari e Ifo são assentamentos informais localizados no Quênia e na Jordânia, cidades onde atualmente vivem entre 66.000 e 190.000 refugiados, a maioria vindos de países limítrofes. Erguidas como acampamentos supostamente temporários a mais de meio século atrás, estas cidades cresceram e se desenvolveram, permanecendo habitadas até os dias de hoje. Comumente carentes de infraestrutura urbana e espaços públicos de qualidade, algumas delas contam com escolas e hospitais, sendo que em Zaatari é possível até encontrar uma academia de circo. Ainda assim, para a maioria das pessoas que ali vivem, estas são as únicas cidades que elas já conheceram.

6 Megaprojetos que estão transformando a mobilidade urbana em nossas cidades

Falar hoje em dia de infraestruturas significa falar de geopolítica e conectividade como fator chave da competitividade global, e por conectividade não se deve entender apenas as infraestruturas físicas, ainda que sejam ruas para veículos sem condutor, ou túneis para o hyperloop.