
Durante a década de 1980, as ONGs e outros órgãos interessados no tema da moradia evidenciavam a necessidade de atender à questão habitacional de maneira integral e urgente; a busca por um lar e um entorno dignos para as pessoas em situação de vulnerabilidade, principalmente na América Latina, a região mais urbanizada do mundo no início do século XXI. Oito megacidades concentravam 14% da população mundial, entre as quais se encontram a Cidade do México, São Paulo, Buenos Aires e o Rio de Janeiro, entre outras. Além disso, a urbe se expandiu a um ritmo tão acelerado que superou o crescimento demográfico devido à construção de complexos residenciais, centros comerciais e industriais.









