Bob J. Barraza

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Lucía Villers: arquitetura centrada em compreender o tempo

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Conversamos com a arquiteta mexicana Lucía Villers sobre seu interesse em compreender o tempo na arquitetura, por meio de projetos e pesquisas de transformação e recuperação. Seu trabalho divide-se entre a prática arquitetônica e os projetos de pesquisa. O tempo é uma obsessão que Lucía carrega desde a infância. “Quando viajava de carro e observava a paisagem, de repente percebia que uma montanha se movia mais devagar e o que estava perto de mim parecia ir mais rápido. Sempre tive muitas perguntas sobre a percepção do tempo. Às vezes parece passar muito rápido, outras vezes muito devagar”.

Sobre a quarta onda de urbanização no Ártico: "Cenários de crescimento pós-fóssil para as cidades árticas"

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Sobre a quarta onda de urbanização no Ártico: "Cenários de crescimento pós-fóssil para as cidades árticas" - Imagen 1 de 4Sobre a quarta onda de urbanização no Ártico: "Cenários de crescimento pós-fóssil para as cidades árticas" - Imagen 2 de 4Sobre a quarta onda de urbanização no Ártico: "Cenários de crescimento pós-fóssil para as cidades árticas" - Imagen 3 de 4Sobre a quarta onda de urbanização no Ártico: "Cenários de crescimento pós-fóssil para as cidades árticas" - Imagen 4 de 4Sobre a quarta onda de urbanização no Ártico: Cenários de crescimento pós-fóssil para as cidades árticas - Mais Imagens+ 1

O Ártico ocupa um sexto da superfície terrestre. Grande parte de seu território é coberta por água e o restante por enormes extensões de terra firme. A região abriga cerca de 4 milhões de habitantes, entre os quais existem mais de 30 povos indígenas. Oito Estados (Canadá, Dinamarca/Groenlândia, Finlândia, Islândia, Noruega, Federação Russa, Suécia e Estados Unidos) possuem territórios na região ártica. Sua importância reside, entre outras coisas, na sua função de ar-condicionado para a Terra, ao refletir a luz solar e regular a temperatura do planeta.

A Glorieta de los Insurgentes na Cidade do México: um espaço LGBTIQ+?

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No cruzamento de duas das avenidas mais importantes do centro da CDMX, encontra-se a Glorieta de los Insurgentes. Este nó cultural, social e urbano localiza-se entre as avenidas Chapultepec e Insurgentes, facilitando o acesso às ruas Oaxaca, Jalapa e Génova. Esta importante praça pública, que conecta o bairro Roma Norte ao Juárez, tornou-se o principal ponto de encontro da comunidade LGBTIQ+ que visita a Zona Rosa.

Metaversos: da ficção científica ao "presente extremo"

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Metaversos: da ficção científica ao "presente extremo" - Image 1 of 4Metaversos: da ficção científica ao "presente extremo" - Image 2 of 4Metaversos: da ficção científica ao "presente extremo" - Image 3 of 4Metaversos: da ficção científica ao "presente extremo" - Image 4 of 4Metaversos: da ficção científica ao presente extremo - Mais Imagens+ 1

Este ano marcou o 10.º aniversário do lançamento do primeiro episódio de Black Mirror. A série antológica de ficção científica distópica e onerosa, explora metaversos distorcidos de alta tecnologia, onde, segundo a IMDb, "as maiores inovações da humanidade e os instintos mais obscuros colidem". É por isso que esta série britânica, criada por Charlie Brooker para a Netflix, gerou reações diferentes entre os telespectadores. Embora apresentasse cenários futuros, a proximidade com os mesmos criava um certo sentimento de paranoia, medo e incerteza.

A história dos playgrounds ou espaços de jogo no México

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Eles podem ser catalogados em diferentes tipologias, como terrenos lúdicos, parques e jardins, ruas de brincar, esculturas urbanas, entre outras. Esses espaços começaram a se desenvolver pelo mundo no final do século XIX e tiveram seu auge no modernismo do século XX. No México, foi somente na segunda metade do século passado que o 'design do mobiliário urbano infantil se tornou um pretexto para experimentar as inquietações plásticas e escultóricas de arquitetos/as, urbanistas, artistas e até mesmo dos/as primeiros/as designers industriais. Uma tendência que se replicou por todo o país, alcançando um anonimato construtivo, porém experimental.'