1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Tá dando onda! A arquitetura de clubes e quiosques de praia

Acesso exclusivo | 

O surfe é um esporte e um estilo de vida. Como arte de he'e nalu, reflete a arquitetura como um jogo entre a experiência espacial e o ambiente. Hoje, a arquitetura comercial e cultural do surfe se tornou cada vez mais comum – projetos que se inspiram em casas icônicas e retiros à beira-mar para criar novas conexões entre o público, os surfistas e o oceano.

Tá dando onda! A arquitetura de clubes e quiosques de praia  - Image 1 of 4Tá dando onda! A arquitetura de clubes e quiosques de praia  - Image 2 of 4Tá dando onda! A arquitetura de clubes e quiosques de praia  - Image 3 of 4Tá dando onda! A arquitetura de clubes e quiosques de praia  - Image 4 of 4Tá dando onda! A arquitetura de clubes e quiosques de praia  - Mais Imagens+ 7

Fachadas de malhas metálicas proporcionam soluções versáteis de sombreamento

 | Artigo patrocinado

Agora que estamos todos passando muito mais tempo dentro de casa devido à pandemia, tivemos a chance de realmente entender e apreciar o impacto significativo que as janelas podem ter em um espaço. Vistas, ângulos de sol e orientação das janelas são considerações importantes ao projetar um novo edifício - e por mais agradável que seja ter uma conexão com o exterior, as janelas também podem causar problemas como brilho excessivo e ganho de calor. É claro que ninguém quer um prédio com janelas apenas de um lado ou com as persianas fechadas constantemente para poder ver a tela do computador; uma solução arquitetônica versátil é sombrear as janelas usando uma tela metálica.

Em meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza

Em meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Arch Daily EntrevistasEm meio à pandemia de Covid-19, reserve um tempo para se reconectar com a natureza - Mais Imagens

Se você estiver em um local afetado pela pandemia de COVID-19, passar 20 minutos vivenciando a natureza em um parque, rua ou mesmo em seu quintal, pode reduzir significativamente seus níveis de estresse. Apenas se certifique de seguir as diretrizes federais, estaduais e locais, além de manter o distanciamento social de 2 metros (6 pés). Mas, se você não puder sair de casa, fazer uma pausa abrindo uma janela e olhando para uma árvore ou planta, também auxiliam a aliviar o estresse.

Como podemos transformar nossas cidades com o uso da tecnologia?

Acesso exclusivo | 

Segundo estimativas das Nações Unidas, atualmente mais de 55% da população mundial vive em cidades ou áreas urbanizadas, com uma forte probabilidade de este numero aumentar para quase 70% ao longo das próximas décadas. Apesar deste previsível e vertiginoso crescimento populacional urbano, muitas das grandes cidades do mundo têm feito pouco ou quase nada para qualificar suas infraestruturas já muito precárias e insuficientes. De fato, o que se desenha a nossa frente é o grande desafio da vez, talvez um dos maiores que a humanidade já enfrentou. Se a solução dos problemas de grande escala parece algo impraticável ou até impossível, talvez devêssemos buscar resolver os pequenos problemas, um de cada vez.

Quais são as melhores cidades do mundo para pedestres?

Acesso exclusivo | 

Um estudo publicado recentemente pelo Institute for Transportation and Development Policy (ITDP) revela quais são as melhores cidades do mundo para quem não quer usar o carro para encontrar serviços básicos como escolas e centros de saúde, além ter acesso a pé para outras facilidades.

Entre as cidades mais indicadas para pedestres estão Londres, Paris, Hong Kong e Bogotá. Mais de mil cidades foram avaliadas de acordo com o acesso que oferecem a quem precisa encontrar produtos e serviços sem depender de outros meios de transporte, a não ser os próprios pés. Segundo o relatório, as cidades americanas estão entre as menos adequadas aos pedestres, com a sua expansão urbana.

Quais são as melhores cidades do mundo para pedestres? - Imagen 1 de 4Quais são as melhores cidades do mundo para pedestres? - Imagen 2 de 4Quais são as melhores cidades do mundo para pedestres? - Imagen 3 de 4Quais são as melhores cidades do mundo para pedestres? - Imagen 4 de 4Quais são as melhores cidades do mundo para pedestres? - Mais Imagens+ 1

Paisagens efêmeras: um domingo na paulista

Acesso exclusivo | 

Na análise de um projeto arquitetônico é comum que nos debrucemos sobre questões como quais foram as demandas e contexto histórico daquele projeto, como foi seu processo de elaboração e representação, de que forma foi construído. Tendemos a estudá-lo como um processo finalizado. Entretanto, no momento em que a obra é construída ela se abre à cidade e a terceiros, se torna vulnerável a falhas, imperfeições, requalificações e apropriações não previstas a priori. As consequências derivam então de conflitos, relações sociais e políticas que atuam na cidade formando uma paisagem fluida e mutável. 

Paisagens efêmeras: um domingo na paulista - Image 2 of 4Paisagens efêmeras: um domingo na paulista - Image 3 of 4Paisagens efêmeras: um domingo na paulista - Image 4 of 4Paisagens efêmeras: um domingo na paulista - Image 12 of 4Paisagens efêmeras: um domingo na paulista - Mais Imagens+ 8

Casas brasileiras: 10 residências geminadas

Acesso exclusivo | 

Em regiões urbanizadas, devido ao alto custo dos terrenos e a disputa pelo acesso à infraestruturas urbanas, é comum vermos exemplos de edificações geminadas, sobretudo em áreas de uso residencial. Erguidas quase sempre seguindo um eixo de simetria, compõem duplas ou faixas de várias residências que, além de baratear o custo da obra e do projeto, apresentam um bom aproveitamento do uso do solo.

Aqui, selecionamos dez casas brasileiras geminadas que apresentam diferentes estratégias projetuais para lidar com as condicionantes urbanas. 

Casas brasileiras: 10 residências geminadas - Image 1 of 4Casas brasileiras: 10 residências geminadas - Image 2 of 4Casas brasileiras: 10 residências geminadas - Image 3 of 4Casas brasileiras: 10 residências geminadas - Image 4 of 4Casas brasileiras: 10 residências geminadas - Mais Imagens+ 17

A cidade na escala humana: espaços públicos com e sem pessoas

Durante os primeiros dias de quarentena em diferentes cidades do mundo pudemos ver ruas, praças e parques desertos. Uma das coisas mais desejadas em tempos pré-pandêmicos era a vida pública dos espaços urbanos. Nesse sentido, reunimos uma série de fotografias que ajudam a compreender a importância da presença humana aos espaços públicos das cidades. 

Interiores brasileiros: 8 projetos com mobiliário flexível

Projetar em uma época marcada por rápidas e constantes transformações significa estar atento ao surgimento de novas demandas e, mais do que isso, significa desenhar espaços que abarcam tal mutabilidade.

O mobiliário flexível, seja por sua capacidade de movimentação, por sua facilidade de transformação ou por assumir diferentes funções em uma mesma forma, é reflexo desse comportamento contemporâneo. São peças que possibilitam diferentes opções de organização espacial remodelando suas configurações conforme requisitos específicos e necessidades de mudanças servindo, também, para otimizar os espaços internos.

Interiores brasileiros: 8 projetos com mobiliário flexível - Image 1 of 4Interiores brasileiros: 8 projetos com mobiliário flexível - Image 2 of 4Interiores brasileiros: 8 projetos com mobiliário flexível - Image 3 of 4Interiores brasileiros: 8 projetos com mobiliário flexível - Image 4 of 4Interiores brasileiros: 8 projetos com mobiliário flexível - Mais Imagens+ 4

A seguir, selecionamos oito projetos brasileiros que trabalham a versatilidade e flexibilidade no mobiliário interno.

A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia

Acesso exclusivo | 

Em junho deste ano, o programa Cidades Globais, da Universidade de São Paulo (USP), realizou a pesquisa Emoções Momentâneas para mensurar como a pandemia alterava a relação dos sujeitos com os espaços públicos em São Paulo. Entre os dados recolhidos, um chamou a atenção do coletivo pesquisador: 86% dos entrevistados tinham vontade de ocupar espaços verdes como parques e praças.

“A pesquisa aponta para um desejo de reconciliação com o espaço público”, explana a arquiteta Deize Sanches, uma das responsáveis pela pesquisa. “Um desejo de ver o potencial dos espaços verdes na melhora da qualidade de vida de um modo que antes da pandemia não estava acontecendo.”

A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia - Image 1 of 4A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia - Image 2 of 4A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia - Image 3 of 4A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia - Image 4 of 4A praça como lugar de ressignificação de espaços públicos durante e pós-pandemia - Mais Imagens

Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise

Incorporar a figura humana na fotografia de arquitetura é uma das formas mais eficazes de ajudar o espectador a decifrar a escala de uma obra. Com ela, não apenas é possível transmitir noções das medidas dos elementos fotografados, mas também criar interessantes relações que podem favorecer a composição de uma imagem. Com isso em mente, compilamos a seguir uma seleção de nossas fotografias favoritas que têm na escala humana seu principal elemento compositivo. 

Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 1 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 2 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 3 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Image 4 of 4Fotografia de arquitetura e escala: a figura humana como ferramenta de análise - Mais Imagens+ 20

Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina

Acesso exclusivo | 

A série de artigos de Nikos A. Salingaros, David Brain, Andrés M. Duany, Michael W. Mehaffy y Ernesto Philibert-Petit, sobre o estudo da habitação social na América Latina, nesta ocasião, os autores apresentam conselhos práticos para a realização de projetos que abordem novas soluções para o futuro da habitação social.

Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina - Image 1 of 4Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina - Image 2 of 4Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina - Image 3 of 4Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina - Image 4 of 4Conselhos práticos para o futuro da habitação social na América Latina - Mais Imagens

O que o diário de uma favelada revela sobre a pobreza urbana no Brasil

Acesso exclusivo | 

No livro “Quarto de Despejo – Diário de Uma Favelada,” Carolina Maria de Jesus relata, em poética e dramática linguagem cotidiana, a dura realidade da vida como catadora de lixo morando na extinta favela do Canindé, em São Paulo, que, na época, tinha cerca de 50 mil moradores.

Publicado em 1960, seu texto foi considerado um dos marcos da escrita feminina e negra no Brasil e já foi traduzido para mais de treze idiomas. Os registros de Carolina trazem uma perspectiva única das condições de vida extremamente precárias de uma moradora de favela no final da década de 1950 no Brasil, uma narrativa até então ignorada ou simplesmente desconhecida do público em geral, quiçá dos gestores públicos.

Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo

Acesso exclusivo | 

Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 1 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 2 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 3 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Image 4 of 4Decks de madeira em espaços públicos: pisos nobres para o convívio coletivo - Mais Imagens+ 18

Os pavimentos em madeira caracterizam-se pelo calor de sua aparência, pela sua textura rica ao tato e pelas tonalidades naturais que variam de acordo com a origem das suas peças, mudando com o clima e com o passar do tempo. No exterior, as superfícies de madeira são amplamente utilizadas para criar terraços e áreas de estar, aproveitando as suas qualidades para reunir confortavelmente as pessoas em pisos mais macios e acolhedores. Sendo construídos com peças modulares, os decks de madeira podem facilmente gerar topografias artificiais, moldando espaços públicos criativos e eficazes para descanso, esportes, brincadeiras e encontros coletivos.

Casas colombianas: sombra, ventilação e natureza

Acesso exclusivo | 

Os limites entre o exterior e o interior das casas localizadas em climas frios são geralmente sólidos e definitivos, permitindo que os espaços residenciais possam ser encerrados quando as intempéries impedirem o conforto ambiental. Este não é o caso das casas localizadas em países como a Colômbia, por exemplo, onde as temperaturas em geral transitam acima da média adequada ao conforto térmico. 

A prática decolonial: outras formas de projetar são possíveis

Acesso exclusivo | 

Este artigo é fruto de uma colaboração com o site coolhuntermx, originalmente publicado sob o título "La práctica decolonial en el diseño".

Se você não leu “Descolonización del diseño, por una práctica incluyente” por Ashby Solano recomendo que vá primeiro ao artigo para entrar em uma discussão que está ganhando maior ressonância –embora não o suficiente– em diferentes núcleos do design. Mas o que é pensamento decolonial no design? Podemos acreditar na decolonização no México e na América Latina quando sua profissionalização caiu sob o dogma do pensamento eurocêntrico? Ou seja, eles nos ensinaram o que é design correto, o que é o bom design e o que deve ser profissionalizado.

Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente

Acesso exclusivo | 
Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente - Imagen 5 de 4
Casa de los Árboles / Vo Trong Nghia Architects. Image

Embora o concreto seja um dos sistemas construtivos mais utilizados no mundo todo, seja por sua durabilidade, maleabilidade e/ou resistência às intempéries, não devemos esquecer que a industria do concreto é uma das maiores emissoras de CO2 relacionas à industria da construção civil. Por este motivo, ao longo dos últimos anos, muitos arquitetos e arquitetas passar a experimentar novas possibilidades para tratar de otimizar seu rendimento, apropriando-se de todas as suas vantagens técnicas e buscando resolver alguns de suas desvantagens ambientais. Como resultado disso, alguns projetistas passaram a explorar a possibilidade de substituir as tradicionais fôrmas de madeira por materiais mais sustentáveis como o bambu, uma planta que cresce em abundância em quase todas as partes do mundo e que, com um baixo impacto ambiental, permite obter acabamentos aparentes com texturas de grande qualidade.

Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente - Imagem de DestaqueFôrmas de bambu em projetos de concreto aparente - Imagen 1 de 4Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente - Imagen 2 de 4Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente - Imagen 3 de 4Fôrmas de bambu em projetos de concreto aparente - Mais Imagens+ 16

A arte urbana do distanciamento social

Acesso exclusivo | 

Viver em isolamento despertou em muitos arquitetos e arquitetas uma centelha de criatividade levando-os a explorar meios e métodos não convencionais para conceber seus projetos e instalações. Ao invés de fecharem seus escritórios e colocarem todos os projetos em andamento em standby até que a vida voltasse ao normal, profissionais das áreas criativas se mantiveram ativos, buscando inspiração em outras disciplinas como as artes performáticas e o teatro, vencendo o desafio imposto pelas regras de distanciamento social para (re)aproximarem-se de seus clientes e espectadores.

Ashley Bigham e Erik Herrmann, sócios e fundadores do Outpost Office, utilizaram-se deste tempo de distanciamento físico do trabalho prático para repensar a questão da “mobilidade”, desenvolvendo uma série de desenhos em escala 1:1 durante seu retiro no campus Ragdale, Illinois. Apropriando-se de tecnologias de ultima geração, a dupla utilizou robôs de marcação de campo controlados por GPS para criar uma instalação em escala urbana que procura responder algumas das principais questões relacionadas aos espaços públicos. Como resultado, Bigham e Herrmann receberam o primeiro prêmio no concurso Ragdale Ring 2020.

A arte urbana do distanciamento social - Image 1 of 4A arte urbana do distanciamento social - Image 2 of 4A arte urbana do distanciamento social - Image 3 of 4A arte urbana do distanciamento social - Image 4 of 4A arte urbana do distanciamento social - Mais Imagens+ 1

Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana

Ir além da escala humana não é novidade. Por séculos, construtores, engenheiros e arquitetos têm criado edifícios monumentais para marcar a espiritualidade ou o poder político. Palácios, edifícios governamentais ou templos sempre atraíram a admiração e reverência das pessoas, alimentando a ainda não totalmente compreensível obsessão por construções em grande escala.

Hoje em dia, algumas das maiores e mais impressionantes estruturas estão menos relacionadas a funções religiosas ou governamentais e parecem estar se voltando para programas mais culturais. Além disso, na maioria das vezes, as estruturas são abertamente releituras da natureza.

Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana - Image 1 of 4Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana - Image 2 of 4Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana - Image 3 of 4Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana - Image 4 of 4Natureza construída: quando a arquitetura desafia a escala humana - Mais Imagens+ 15

A efemeridade do corpo e do espaço: um convite ao abandono

Acesso exclusivo | 

A cidade abandonada é um típico cenário de suspense, um lugar de terror e degeneração, a estimulante mistura entre perigo e liberdade. Uma ambiência que incita, ambiguamente, repúdio e curiosidade. Um espaço sombrio, oculto e marginal que parece lamentar, no silêncio assustador, o vazio deixado por aqueles que ali viveram. Nos seus fragmentos espalhados pelo chão, o medo, a descoberta e a inevitável nostalgia de um passado que não é necessariamente seu recriam histórias de abandono. Espaços que tiveram nome, data, função, e agora decompõem-se lentamente na solidão do presente.

A efemeridade do corpo e do espaço: um convite ao abandono - Image 1 of 4A efemeridade do corpo e do espaço: um convite ao abandono - Image 2 of 4A efemeridade do corpo e do espaço: um convite ao abandono - Image 3 of 4A efemeridade do corpo e do espaço: um convite ao abandono - Image 4 of 4A efemeridade do corpo e do espaço: um convite ao abandono - Mais Imagens+ 2

Dicas para escolher espécies de árvores em ambientes urbanos

Acesso exclusivo | 

Nos primeiros anos da história moderna, os monges taoístas cultivavam Bonsais buscando trazer a beleza das árvores do exterior para o interior, considerando-as um elo entre o humano e o divino. No século XVIII, na periferia de algumas cidades europeias, surgiram diversos passeios ou avenidas arborizadas, gerando espaços de descanso e socialização até então inexistentes nas cidades da época.

Nas cidades modernas, as árvores são utilizadas como elementos essenciais nos processos de urbanização e as espécies vegetais são um contraponto insubstituível às construções e à harmonização dos espaços. A boa escolha das espécies de árvores e sua correta manutenção geram inúmeros benefícios, como isolamento acústico e visual, regulação da temperatura, geração de corredores biológicos e controle da velocidade do vento. O principal erro na escolha de uma espécie é não considerar que se trata de um ser vivo, que tem necessidades específicas e que possui externalidades.

O que considerar para escolhê-los corretamente?

Escala humana na cidade a partir de uma perspectiva feminista, transversal e política

Observar a realidade de nosso ambiente construído nos permite reconhecer que existem identidades que os modelos e escalas existentes não representam. Estas vozes, não por acaso, têm sido as grandes ausências nos processos de planejamento e construção das cidades e de sua arquitetura. Seus desejos e formas de ser e viver no mundo foram excluídos e tornados invisíveis. Isso nos faz repensar quais vozes são representadas nos debates sobre o urbano e para quem se projeta a cidade?

Por que projetar espaços com móveis sobre rodas?

Acesso exclusivo | 

Por que projetar espaços com móveis sobre rodas? - 1 的图像 4Por que projetar espaços com móveis sobre rodas? - 2 的图像 4Por que projetar espaços com móveis sobre rodas? - 3 的图像 4Por que projetar espaços com móveis sobre rodas? - 4 的图像 4Por que projetar espaços com móveis sobre rodas? - Mais Imagens+ 30

Numa época em que o espaço se torna cada vez mais limitado e as pessoas passam mais tempo em casa, a flexibilidade apresenta-se como uma estratégia subutilizada nos projetos internos. Com móveis flexíveis, os residentes podem otimizar a metragem quadrada e remodelar facilmente as configurações de acordo com requisitos específicos e as necessidades de mudança. A seguir, discutimos os benefícios e variações dos móveis sobre rodas, encerrando com 7 projetos exemplificando sua aplicação prática e criativa.

"Parasita" e a arquitetura de interiores do cinema

Acesso exclusivo | 

O episódio mais recente do Arquicast trata do premiado e surpreendente filme sul-coreano Parasita (2019). O diretor Bong Joon-Ho nos convida a refletir sobre fatos e estigmas de uma realidade social que, apesar de focada numa determinada cultura, é representativa de contextos urbanos diversos, como o sul-americano. A luta de classes, afinal, é característica das sociedades modernas e se vê refletida nos espaços que abrigam essas sociedades. Neste sentido, Parasita é uma aula sobre como as desigualdades estruturais desenham a qualidade do ambiente onde vivemos.

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.