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Por que as cidades antigas ainda podem nos ensinar sobre planejamento urbano

No século 20, o planejamento urbano passou por algumas grandes mudanças, criando grande parte de nosso ambiente urbano atual em um molde que agora é amplamente visto como anti-humano. Felizmente, nas últimas décadas o planejamento urbano mudou novamente - em parte revisando e em parte revertendo teorias adotadas durante o século XX. Neste artigo, originalmente publicado em Redshift da Autodesk como "What the Future of Cities Can Learn From Ancient Cities" (O que o Futuro das Cidades Pode Aprender das Cidades Antigas), James A Moore analisa por que os velhos modelos de criação de cidades provaram ser tão atemporais e o papel que desempenharão na criação das cidades do século XXI.

Como diz a lenda, ao deixar Carnegie Hall após um ensaio insatisfatório, o violinista Mischa Elman encontrou dois turistas à procura da entrada do edifício. Eles perguntaram: "Como você chega ao Carnegie Hall?"

Sem pestanejar, Elman respondeu, "Praticando".

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Sobre este autor
Cita: Moore, James. "Por que as cidades antigas ainda podem nos ensinar sobre planejamento urbano" [Why Ancient Cities Can Still Teach Us About Urban Planning] 17 Mai 2017. ArchDaily em Português. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/871464/por-que-as-cidades-antigas-ainda-podem-nos-ensinar-sobre-planejamento-urbano> ISSN 0719-8906

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