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Por que os arquitetos britânicos pós-Brexit precisam pensar para além de Londres

Library of Birmingham / Mecanoo. Image © Christian Richters

No pós-Brexit, arquitetos britânicos precisam pensar muito sobre a posição londocêntrica da profissão. Houve uma política de inclusão de arquitetos não-londrinos em júris, seu trabalho em revistas e em listas de prêmios, mas isso não é suficiente. Ficou claro em 24 de junho, quando a comunidade de arquitetos de Londres percebeu que a Grã-Bretanha deixaria a União Européia, que uma bolha a favor da permanência havia se formado na capital. O mesmo ocorre em outras grandes cidades ao redor do país que votaram em grande parte em favor da permanência no bloco político e econômico.

O que talvez tenha sido mais triste foi testemunhar como indivíduos hostis ou elitistas estavam dispostos a entrar nessa bolha urbanista. Os mantras sobre a inclusão e a tolerância estavam fora da agenda, particularmente porque os londrinos declararam seu desejo de uma cidade independente, ao mesmo tempo que minavam a inteligência e os motivos daqueles a favor da saída da UE. Em termos de arquitetura, também, aqueles a favor do Brexit foram considerados nostálgicos ou loucos pela crítica.

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Sobre este autor
Cita: Simon Henley. "Por que os arquitetos britânicos pós-Brexit precisam pensar para além de Londres" 14 Dez 2016. ArchDaily em Português. Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/801316/por-que-os-arquitetos-britanicos-pos-brexit-precisam-pensar-para-alem-de-londres> ISSN 0719-8906

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