
“O Corpo Antropofágico e a cidade: Flávio de Carvalho” foi organizada especialmente para a III Bienal de Design de Istambul, a pedido dos curadores Beatriz Colomina e Mark Wigley, dentro do tema geral da mostra: “Somos Humanos?”, inaugurada do dia 22 de outubro.
Da equipe: Centrada na figura de Flávio de Carvalho (1899-1973), a exposição dialoga com a temática geral da mostra naquilo que ela remete às interações entre as coisas humanas e não humanas, e ao lugar dos objetos como mediadores entre os corpos e o espaço. Personagem central da cultura de vanguarda brasileira ao longo no século XX, alinhado ao círculo antropofágico paulistano, Flávio de Carvalho fez de si objeto de uma profunda pesquisa sobre novas possibilidades humanas. Misturando imaginários materiais e anímicos, convicções tecno-sociais e um viés emocional, corpóreo e por vezes até obsceno, ele frequentemente recorreu a uma estratégia performática em suas experiências em arte, arquitetura, design, urbanismo, teatro, dança, cenografia, figurino, teoria e jornalismo, assim como na construção de sua própria persona.








