
Ao explorar a arte da robótica na construção, os avanços nas tecnologias arquitetônicas moldam cada vez mais múltiplos aspectos da vida humana. De braços robóticos e drones a robôs que se movem por grandes superfícies e até robôs de impressão 3D, seu uso na construção civil acelera a pesquisa e o desenvolvimento de novos métodos de trabalho, além da experimentação estrutural e material. Em colaboração com múltiplas disciplinas e abrangendo diversas facetas da arquitetura, o papel dos robôs no cenário contemporâneo demonstra um potencial que vai muito além da mera automação de processos ou da redução de tempos e custos de construção. Isso levanta a questão: estamos criando arquitetura para servir à tecnologia, ou tecnologia para servir à arquitetura?
Sob a ótica do desempenho, da precisão e da eficiência, a tecnologia robótica é frequentemente associada à redução de custos, prazos e processos de produção. Segundo a Federação Internacional de Robótica (IFR), um robô industrial é definido como "um manipulador multifuncional controlado automaticamente, reprogramável, programável em três ou mais eixos, que pode ser fixo ou acoplado a uma plataforma móvel para uso em aplicações de automação em ambiente industrial". Com base em sua autonomia, os robôs industriais podem ser classificados em diferentes tipos, desde robôs de sequência fixa ou variável até robôs de reprodução (playback) e de controle numérico, entre outros.






















