
A madeira está entre os materiais mais antigos e familiares da arquitetura. Contudo, seu uso contemporâneo levanta questões complexas sobre impacto ambiental, disponibilidade de recursos, procedência de materiais e circularidade em relação às economias locais. Ao mesmo tempo, os avanços no design computacional, na usinagem CNC e na fabricação robótica também estão reconfigurando a maneira como a madeira é projetada e montada, abrindo novas possibilidades para a inovação estrutural e a expressão formal, ao mesmo tempo em que redefinem o equilíbrio entre automação, força de trabalho e eficiência.
Ao integrar essas considerações ambientais e tecnológicas, diversos programas universitários de projeto e construção (*design-build*) utilizam pavilhões de madeira como campos férteis para a experimentação arquitetônica, permitindo que estudantes testem sistemas estruturais, técnicas de fabricação e ecologias de materiais em escala real. Este artigo reúne pavilhões e instalações de madeira realizados em parceria com estudantes em contextos acadêmicos. Em diferentes contextos, os projetos compartilham o interesse em explorar o potencial expressivo da madeira por meio da fabricação digital de baixo impacto, de materiais de base biológica e de colaborações artísticas.
















