Por que cidades voltadas ao ciclismo são o futuro?

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O lançamento, em 2010, do “Boris Bike” - esquema de compartilhamento de bicicletas de Londres, em homenagem ao prefeito Boris Johnson - foi a indicação mais clara até agora de que o ciclismo já não se reduz a uma minoria de fanáticos, mas um modo saudável, eficiente e sustentável de transporte que planejadores urbanos devem utilizar em seu arsenal. Existem hoje mais de 8.000 bicicletas e 550 estações de compartilhamento no centro de Londres. E este comportamento não é limitado à cidade: segundo o Wikipedia, existem 535 sistemas deste tipo em 49 países, utilizando mais de meio milhão de bicicletas em todo o mundo.

No entanto, a verdadeira questão é: será que as bicicletas realmente mudam a cidade? Será que isso resultará em novas formas urbanas ou, como o título do novo livro do acadêmico australiano Dr. Steven Fleming prevê, uma "Cycle Space"? Como Fleming, acredito que sim. Acredito que o ciclismo pode ser o catalisador para um renascimento urbano no século 21.

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Sobre este autor
Cita: Simon Henley. "Por que cidades voltadas ao ciclismo são o futuro?" [Why Cycle Cities Are the Future] 11 Set 2013. ArchDaily em Português. (Trad. Souza, Eduardo) Acessado . <https://www.archdaily.com.br/pt/01-139641/por-que-cidades-voltadas-ao-ciclismo-sao-o-futuro> ISSN 0719-8906

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